Como comprar apartamento sem entrada hoje? Melhores opções

Entenda aqui como funciona a compra sem entrada de um apartamento, o que levar em consideração para fazê-la e como evitar que sua decisão pese no bolso.

Por DP Consórcios 24 de Fevereiro de 2026 - Atualizado em 24 de Fevereiro de 2026 5 min. de leitura
Como comprar apartamento sem entrada hoje? Melhores opções

Existem algumas formas de comprar um apartamento sem entrada, mas você precisa considerar que todas vão envolver algum tipo de gasto inicial: financiamento, consórcio etc. Agora, qual dá menos despesa e mais vantagens? É essa a principal pergunta a ser feita.

A resposta você descobre no decorrer da leitura deste artigo, junto com dicas para economizar em juros ou taxas, garantir um melhor planejamento financeiro antes da sua decisão e escolher uma propriedade adequada aos seus objetivos.

Siga em frente até o final e saia daqui ainda mais preparado para tomar uma decisão saudável!

É possível comprar um apartamento sem entrada?

Sim, é possível, mas, em muitos casos, a ausência da entrada acaba “compensada” numa parcela maior pela compra do imóvel todo mês ou em mais juros ou em exigências adicionais de contrato, então, quem quer fazer esse tipo de aquisição, precisa pensar bastante antes de agir.

São três as opções mais comuns entre os brasileiros atualmente: o financiamento com LTV, a compra direta com a construtora que oferece entrada diluída, e o consórcio, alternativa que não tem entrada e não cobra juros, inclusive para quem procura apartamento na planta.

Nos próximos tópicos, leia mais sobre cada possibilidade!

O que você precisa saber sobre financiamento “sem entrada”

Num financiamento que se vende por ser “sem entrada”, o valor final do apartamento acaba sendo maior, pois os juros incidem sobre uma base de cálculo maior e por mais tempo.

Além disso, a maioria dos bancos financia apenas uma parte do valor do imóvel, exigindo que o comprador cubra o restante com recursos próprios ou utilize o FGTS quando possível, e a parcela mensal fica mais perto do teto do orçamento, então, qualquer oscilação na sua renda pode “doer” mais no bolso.

Por último, mas não menos importante, antes de escolher pelo financiamento certifique-se de que o banco vá aprovar o seu pedido: as instituições financeiras costumam exigir renda, histórico, estabilidade e até avaliação do imóvel, em alguns casos, antes de concederem o benefício.

Enfim, financiar sem entrada tende a atender quem precisa comprar mais rapidamente e aceita pagar mais pelo acesso imediato ao imóvel.

Comprar apartamento direto com a construtora vale a pena?

Na maioria dos casos em que proprietários negociam com a construtora de seus imóveis, o “sem entrada” na verdade significa “entrada parcelada” em pagamentos mensais que vão acontecendo durante a obra, somados a reforços semestrais ou anuais.

A correção dessas parcelas acontece por índice previsto em contrato e não pode ser ignorada: é através dela que as parcelas são reajustadas ao longo da obra, o que geralmente aumenta o valor mensal e o custo total da compra e “mexe” com o fôlego financeiro do comprador.

E quem opta pelo formato também não deve esquecer de que, depois de receber as chaves, provavelmente precisará quitar um resto de dívida com o banco ou com a própria construtora, tá? Tampouco deve ignorar o que consta em contrato e na Lei sobre desistir da compra – pois a desistência também equivale a um gasto de dinheiro!

Consórcio imobiliário é a melhor opção de compra sem entrada?

Sim. Sem entrada e sem juros. Você entra num grupo em que todos têm objetivos similares e se comprometem a arcar com mensalidades previamente estabelecidas.

A cada mês, alguns consorciados são sorteados ou ganham o direito à contemplação por lances, podendo usar a carta de crédito para adquirir um apartamento.

Além da parcela mensal do consórcio, você só precisa pagar por taxas administrativas também previamente estabelecidas e apresentadas em contrato, e a correção dos valores das mensalidades acontece apenas uma vez ao ano, de acordo com índice igualmente determinado no documento.

Tem mais! Seu FGTS pode funcionar como substituto da entrada em algumas operações ou até ser usado para redução do saldo financiado ou amortização de parcelas!

Escolher pelo consórcio imobiliário, então, é trocar os altos custos da urgência pela alta economia que vem com o tempo e a disciplina financeira.

Como decidir pela compra de um apartamento sem entrada?

Antes de qualquer coisa, decida se você precisa de tudo feito muito rapidamente (e, consequentemente, custando mais caro) ou se dá para economizar e esperar. É com essa decisão que você vai escolher entre financiamento e consórcio, por exemplo.

Aí:

  1. Liste os custos iniciais (documentação, eventuais taxas do modelo escolhido) para conseguir se planejar direitinho
  2. Calcule o que seria uma boa reserva mínima para não depender do limite do orçamento no primeiro aperto
  3. Compare as opções de compra considerando custo total e risco, não a melhor parcela
  4. Simule diferentes cenários e faça um plano de estabilidade, definindo o que acontece se os valores oscilarem até você ter a chave em mãos
  5. Se financiar, planeje amortizações e uso do FGTS quando fizer sentido; se comprar na planta, tenha a calculadora sempre em mãos para se organizar a partir dos reajustes e, se optar pelo consórcio, converse com a corretora do seu grupo para definir como aumentar as chances de contemplação

Sempre troque o aperto pela previsibilidade! Vale a pena, viu?

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